sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

All I wanted was you!

Você já se pegou apaixonado por alguém impossível? Daqueles que você sequer pode gritar pro mundo que ama? Daqueles que você sofre calado, sem poder contar, sem poder se abrir?
Você já teve um amor proibido? Onde tudo o que você faz ou sente tem a ver com a pessoa? Onde tudo o que você quer é estar ao lado dela, tocar, cheirar, beijar, sentir...
Você só quer segurar suas mãos e sentir como se nada mais pudesse te ferir, te machucar, te magoar...
Sente como se o abraço dela fosse a única coisa que te conforta, o beijo dela é a única coisa que te cala e te sacia, o toque mais sutil é o único capaz de te fazer sentir coisas jamais imaginadas...
Mas, nada do que você faça, fale ou pense mudará o fato de que esse amor é proibido, de que ele nunca poderá acontecer...
E você sabe que sequer pode demonstrar o que sente, pois esse seria o fim de uma vida que jamais começará...

Te amo ontem;
Te amo hoje;
Te amo pra sempre
E nunca mais...
Só por que eu quero gritar pra todo mundo ouvir...
Depois de tantas dúvidas e tanta espera e tanta indecisão...

PASSEI PRA UNIRIO, PORRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Enfermagem 2011.1 aí vou eu!!!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Desabafo!

Darei um tempo no conto, pois tenho um desabafo a fazer...


Vestibular!!!
Você estuda, se prepara, sonha, cria planos, toma decisões importantes, precisa decidir em pouco tempo que carreira seguir, tem mil pessoas que torcem, apoiam, esperam algo de você...
Você se mata pra fazer algumas mil provas, se estressa com os problemas que envolvem essas provas, acaba por voltar em alguns lugares um tanto nostálgicos (pelo menos pra mim, que fiz prova no CPII, colégio que abandonei e junto com ele a minha paz e alegria e força de vontade de continuar estudando e ser alguém na vida) e, no final, vem os resultados...
Recebi o primeiro resultado, UFRJ e... não passei... Daí eu penso, "tudo bem, não queria ir pra la mesmo... ainda tem as outras opções..."
Então vem a segunda parte... SISU... Vamos lá fazer a inscrição e.... ooops, o site tá fora do ar...
Depois de MUITAS tentativas, consegui fazer a primeira escolha... E... "legal, minha nota tá melhor que a nota de corte" *sorri, grita, comemora e conta pra todo mundo*
Até que uma boa alma chega e diz "não vai contando vitória, até o final essa nota de corte aumenta..."
No segundo dia, ainda a tentativa de fazer a escolha da segunda opção... E o site novamente fora do ar...
Mas a nota de corte ainda amigável... (aliás, a nota de corte saiu no segundo dia, então meu segundo dia de tentativa foi o terceiro -e deveria ser o último- dia de inscrição)...
No quarto dia (no caso hoje) e terceiro dia de tentativas, consegui entrar novamente na página de inscrições e... MEU DEUS, PERDI!!! A NOTA DE CORTE AUMENTOU!!!
Agora preciso que aproximadamente 125 pessoas desistam dessa escolha...
Mas, fiz a inscrição da minha segunda opção, em um lugar um tanto distante...
Espero conseguir Enfermagem na UNIRIO, que é minha primeira opção...
Se não, vamos fazer Produção Cultural em Nilópolis (será?)


Eu sinceramente espero que ano que vem essas coisas estejam menos traumáticas...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

pt. 1

Ela estava confusa, não sabia mais o que fazer.  Todos os seus planos estavam correndo por água abaixo. Seu namoro não andava muito bom e seus pais haviam acabado de se separar, o que foi mais um baque surdo em sua mente.
Sua mesada foi cortada, pois sua mãe, que era quem lhe dava dinheiro sempre, precisou se mudar, e agora sustentava sozinha uma casa. Seu pai nunca fora a favor de mesadas, sempre disse que dinheiro se conquistava com muito trabalho.
Suas amigas, sempre muito ricas, esbanjavam dinheiro e poder, e ela não pertencia mais a esse mundo. Seu namorado não conseguia entender de onde vinha tanto orgulho em não aceitar sequer um presente.
As coisas na faculdade também não estavam boas. Ela começou a sentir na pele o que é a frustração de não saber quem é ou o que quer fazer. O curso que escolheu já não a satisfazia, não conseguia mais ver futuro. Ela perdera a luz no fim do túnel.

Depois de um dia de brigas e discussões, ela foi caminhar na beira da praia. Sentou bem no alto da pedra do Arpoador e observou o por do sol. Depois somente observou o mar que vai de encontro à morte e dela sobrevive. Se deixou absorver pelo som das águas que se atiram nas rochas, pra voltarem pro sei leito e descansar em paz.
Refletiu bastante e pensou em se entregar, assim como o mar, ao seu fim trágico e cruel. Ligou para o namorado, terminando tudo. Ligou pra mãe e disse que a amava. Ligou pro pai e disse que, apesar de todos os desentendimentos e todas as vezes que ela chorou por causa dele, ela também o amava. E se jogou.
Sentiu seu corpo bater inerte nas rochas, sentiu o peso das águas empurrando sua matéria para o fundo, sentiu o sal da água em seus lábios, sentiu medo, seguido de uma sensação de alívio, por não ser mais um peso pra todos que ela amava.
E depois não sentiu mais nada.


CONTINUA...

sábado, 18 de dezembro de 2010

=D

Quantas vezes você já procurou pela pessoa ideal? Quantas vezes você tentou, experimentou, arriscou pra ser à toa? Quantas vezes você parou pra pensar que não tinha mais jeito, que você ficaria sozinho(a) pro resto da vida, que ninguém prestava, que pessoa nenhuma merecia o que você tem pra oferecer? Quantas decepções você viveu por achar que tinha encontrado a pessoa ideal e descobriu, em menos de uma semana, que era mera ilusão?

Bom, eu passei por tudo isso por algum tempo. A sensação de que eu era a pessoa errada pro mundo. O medo de nunca mais encontrar alguém pra mim, alguém que fosse me fazer plenamente feliz. As decepções por fazer escolhas erradas. A culpa por desistir de escolher. O medo da solidão.

Mas, venho aqui hoje, caros leitores, pra dizer que isso acabou. Quando eu parei de correr atrás da pessoa pra mim, de alguém pra compartilhar, pra dividir, pra gostar, e, por que não, pra amar, eu o encontrei...
Confesso que eu estava um pouco assustada no começo de nossa relação, pela maneira como as coisas iam acontecendo. A forma peculiar que nos conhecemos, a aproximação, as confissões durante a madrugada, o jogo de perguntas e respostas, enfim, tudo, acontecendo muito rápido.
Confesso também que, apesar do medo, eu estava louca de desejo e vontade de ver aonde tudo isso ia dar...

E, chegamos ao ponto principal... Tudo isso levou a um namoro...
Sim, caros amigos, estou namorando. E, o principal disso tudo é: estou feliz.
Agora eu tenho quem me faça feliz plenamente (não fiquem com ciúmes, meus amigos... vocês também me fazem feliz, mas, é uma felicidade diferente.), e tenho a quem fazer feliz incondicionalmente.

Que dure o tempo que durar, e que esse tempo seja a eternidade, e que seja repleto de carinho, afeto, amizade, cumplicidade e felicidade... E amor, não é... Por que sem amor, nada resiste... =P

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

E, pra continuar com minha tradição de todos os anos.... My December



















This is my December.
This is my time of the year.
This is my December.
This is all so clear.

This is my December.
This is my snow covered home.
This is my December.
This is me alone.

And I...
Just wish that I didn't feel.
Like there was something I missed.
And I...
Take back all the things I said.
To make you feel like that.
And I...
Just wish that I didn't feel.
Like there was something I missed.
And I...
Take back all the things that I said to you.

And I'd give it all away.
Just to have somewhere to go to.
Give it all away.
To have someone to come home to.

This is my December.
These are my snow covered dreams.
This is me pretending.
This is all I need.

And I...
Just wish that I didn't feel.
Like there was something I missed.
And I...
Take back all the things I said.
To make you feel like that.
And I...
Just wish that I didn't feel.
Like there was something I missed.
And I...
Take back all the things that I said to you.
And I'd give it all away.
Just to have somewhere to go too.
Give it all away
To have someone to come home to.

This is my December.
This is my time of the year.
This is my December.
This is all so clear.

Give it all away...
Just to have somewhere to go to.
Give it all away....
To have someone to come home to.

This is my December.
This is my time of the year.
This is my December.
This is all so clear.


Give it all away...
Just to have somewhere to go to.
Give it all away....
To have someone to come home to.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Essa é, definitivamente, pra você...

Provavelmente esse será o post mais difícil de toda a minha vida. Mas, let’s try...

Ultimamente tenho visto a 3ª temporada de Gossip Girl. Tudo muito bom, tudo muito lindo. Casais que combinam perfeitamente, problemas fictícios da alta sociedade, a facilidade de lhe dar com o mundo.
Mas, infelizmente sabemos que não é assim, certo?

Mas, uma coisa em especial tem me perturbado. Não, não é o fato de eu não ter um namorado, até por que, no momento, estou bem como estou. Não namorando, mas com alguém.
O que me perturba é a facilidade com que se troca de par nessa série. E, não sei se diria pior, mas, a facilidade com que as pessoas fazem sexo nessa série.
Não que sexo seja ruim, longe de mim dizer isso, mas... Isso me leva a um impasse...
Sexo é algo muito bom. E, eu adoraria ser uma daquelas pessoas sem pudor, que faz o que quer na hora que quer. Como a Serena.
Mas, assumo que no fundo eu sou bem romântica. Sexo pra mim é algo um pouco além do carnal. Um pouco alem do plano material. Talvez como a Blair.

Sim, estou me sentindo segura no momento, mas não sei até quando. Ok, me chamem de medrosa, eu permito.

Mas, sei lá, eu estou sempre dividida em várias partes.

Uma delas é a moderninha, que gosta de sexo, sem compromissos, sem precisar que o carinha ligue no dia seguinte. Que vê o sexo como algo normal do ser humano. Que, se pudesse, já estaria na sua casa, na sua cama (não, não é você leitor aleatório, falo de uma pessoa específica... e você sabe que é de ti que falo)...

Mas, tem a outra parte, que não me permite estar em sua cama no momento. É a parte medrosa, instável emocionalmente. É a menina sonhadora e romântica que vê sexo por sexo como uma das coisas mais vulgares que existe. É a menina que ainda sonha em encontrar o príncipe encantado, embora esteja um tanto distante disso. É a menina que até pretende ir pra cama com você, mas não do jeito que ela tem imaginado as coisas (depois conversamos sobre minha imaginação, ok?).

E ainda tem uma parte de mim que tem medo de voltar a ser o que foi. E tem medo de ceder às vulgaridades da carne.

Tem a menina que não sabe ficar sozinha, e que sente prazer no pecado. Mas essa mesma menina gosta de ser ingênua.


O ponto é: quão fácil deveria ser ir pra cama com uma pessoa? Quão especial deveria ser a primeira vez de uma mulher? Digo, nos dias atuais. Por que hoje em dia tudo parece tão fácil? Por que tudo soa tão vulgar? (ok, agora me sinto uma virgem)
Gostaria que alguém me dissesse: - Você está sendo antiquada. Vá pra cama dele e seja feliz depois.
Eu sei que serei. Mas, até quando isso vai durar? Quando, depois disso, meu senso de responsabilidade, promiscuidade e realidade vai me atacar novamente?
Não me entenda mal, meu bem. O problema não é especificamente com você. O problema é que eu já passei por isso antes. E a realidade dói...

Eu só queria não ser tão certinha.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ms. Innocent

Ela estava realmente envolvida. Amava aquele homem como nunca amara ninguém antes. Queria ter um futuro ao seu lado.
Ele a amava, ou ao menos demonstrava.
Se conheciam há pouco tempo. Saíram algumas vezes. Os assuntos foram ficando cada vez mais sérios.
Ele a excitava. Ela o provocava, às vezes até sem querer.
Ele a desejava. Ela o amava.
Ela tinha medo de se entregar, tinha muito medo do depois. Algo dizia que não era a hora certa. Mas ela era absurdamente impulsiva.
Tudo parecia perfeito.

Em uma tarde um tanto diferente pra ela, eles se encontraram. Mas não era somente mais um encontro comum. Não ficariam só em beijos.
Mas ela ainda não sabia disso.

Ela acordou um tanto mais apaixonada. O dia parecia mais belo, as cores mais vivas, o clima mais ameno. Pássaros cantavam, crianças brincavam nas ruas.
Eles se encontraram, foram ao cinema e depois tomaram sorvete enquanto caminhavam na praça. Cada conversa, cada gesto, cada momento a encantava mais, a deixava mais envolvida por aquele homem.
De repente o convite:
- O que você acha de terminarmos o dia em minha casa? Tomar uma taça de vinho, comer morangos com chocolate...
Ela aceitou. Morrendo de medo, porem deixou o impulso tomar conta de suas decisões.
Depois de uma ou duas taças de vinho e alguns assuntos mais picantes, ele a seduziu e levou para a cama.
Fizeram sexo por horas. Ele sempre muito carinhoso. Ela sempre muito tímida.
Ela acreditava que aquela era a noite mais perfeita de sua vida.

No dia seguinte ele a acordou com um belo café da manhã e uma rosa vermelha.
Após algumas horas de mais sexo e carinhos, ela precisava ir para casa.
Ele a deixou em casa. Beijou-a nos lábios. Prometeu ligar.
Ela esperou por essa ligação durante todo o dia. E durante todos os dias que se seguiram até perceber que ele não ligaria.
Ele nunca mais a procuraria. Nunca mais haveria filme ou sorvete ou passeios pela praça.
Ele só queria mais uma em sua cama. Ela era a mulher da vez, tímida, discreta, inocente.
Ele era o perfeito sedutor.
Ela ainda o procurou, para ter certeza. E o encontrou com outras.

A vida dela nunca mais foi a mesma. Ela nunca mais confiaria em homem algum.  Nunca mais entregaria seu delicado coração de cristal nas mãos de quem facilmente o quebraria. Até porque esse já estava despedaçado.

Ela se tornou uma mulher fria, calculista, distante.
Tinha muito mais medo de se entregar.
E nunca mais foi capaz de amar.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Carta para alguém especial..

Às vezes as coisas acontecem em nossas vidas e não sabemos bem o por que..
Às vezes nossos sonhos se vão sem ao menos dizer Adeus..
Às vezes precisamos mudar, fazer algo valer à pena..
Às vezes tudo o que queremos é uma palavra de apoio..
Às vezes só o que queremos é amar..
E esse amor pode acabar amanhã, mas durou tempo suficiente pra se tornar especial..
Às vezes só o que queremos é poder nos entregar, sem medo, sem culpa..
Às vezes eu quero ser feliz..
Mesmo que essa felicidade magoe outra pessoa..
Às vezes preciso ser egoísta, pra não me destruir..
Às vezes a única coisa que eu quero é te ter amo meu lado..

Nesse momento eu só quero poder te amar, como se o mundo fosse acabar amanhã..
E, mesmo sabendo que isso não vai durar, eu quero ser feliz ao seu lado..
Seja por um momento, seja por um dia, ou pelo tempo que for.. Mas, eu sei, e quero que você saiba que isso durará por toda a eternidade.. 
E, obrigada por me apoiar e por estar me fazendo tão feliz..

Te amo..

domingo, 24 de outubro de 2010

                Ela caminhava com todo aquele peso. Todos a viam, mas ninguém a ajudava. Não podiam. O peso era dela e de mais ninguém. E no meio de toda aquela multidão ninguém a via. Ela era como uma formiga, esta ali, porem ninguém a vê por ser um ser tão ínfimo em sua humilde existência.
                E no meio de todo aquele peso, e aquela dor e aquelas pessoas cruéis, ela viu tudo rodar. “É só o sol, deve passar logo”, pensou.
                Até que, sem mais avisos, como um raio, tudo girou com maior intensidade, o mundo foi escurecendo. Até que, com um baque surdo ela atingiu o chão. E, como uma pedra incômoda, lá ficou.
                Todos passavam por ela, alguns tropeçavam, porém ninguém sequer olhava praquele corpo que um dia foi doce e belo e agora era desfigurado pela dor e pela falta de cuidado.
                E, no centro naquele grande caos, ela jazia. Alguém que por dentro ainda era bela.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Agora vejo que tudo acabou..
Agora sei que é real..
Agora preciso parar de sofrer, e seguir em frente..


"Quero viver a minha vida em paz"


Te amo hoje..
E nunca mais..


"Tentar ser forte a todo e cada amanhecer"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Meu anjo negro
Tu, que com uma punhalada me feriste
Agora estás de volta
E eu, trêmula e assustada
Ainda sou somente tua

Tu, que foste embora sem despedidas
Agora volta sem explicações
Mesmo assim me feres por inteira

Tu, que me mostraste a triste face da saudade
Voltaste e me perguntaste que sabor ela tem
Estale teus dedos e aí estou

Tu, que me deixaste só na escuridão
Agora voltas e vês que te enxergo mesmo sem luz
Ainda me tens

Tu, que me poste a prova todo o tempo
Que me fizeste sentir de tudo na pele
Tu que me ensinaste a ignorar todo o tipo de sentimentos
Agora, a ti agradeço

Tudo o que falo, faço ou penso, devo a ti
Tu que me ensinaste a viver
E agora, podes partir em paz.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

(In)Decisões

                E agora que quase tudo acabou já não sei mais o que fazer, o que dizer ou o que pensar. Cada segundo que passa percebo como estou errada, mas no segundo seguinte me vejo certa.
                Pra que continuar na Terra se posso alcançar a Lua? Pra que ir a Lua se vivo bem na Terra? Por que amar sem ser amada e esquecer a quem me ama?
                 São duas decisões a tomar, dois caminhos a seguir, duas histórias pra viver, como saber a qual escolher?
                Enquanto isso continuo inerte e absorta em meus pensamentos mais profanos, mais obscuros, mais mundanos e mais profundos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Mais um dos escritos tempos atrás..

Hoje acordei e me senti só..
Olhei pro lado e minha cama, que sempre julguei pequena, parecia demasiado grande pra uma pessoa só..
Senti sua falta com tamanha intensidade que doeu..
Senti cada carinho, cada abraço, cada beijo como se estivessem acontecendo naquele momento..
Chamei teu nome, mas você não veio..
Claro que não, você não vive aqui..
Hoje acordei só, com uma vontade louca de te ter ao meu lado..
Hoje acordei querendo gritar pro mundo que te amo..
Hoje acordei só e querendo ser feliz..

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Angel, Sweet Angel

Anjo, doce anjo
Porque me sinto tão inferior?
Porque fizeste isso comigo?
Porque negaste tudo?
A vida já está tão complicada pra mim
Não preciso disso, concorda?
Quero muito me achar...
Quero sorrir de novo...
Mas não superficialmente...
Quero um sorriso sincero,
Honesto,
Verdadeiro...
Quero sair do vale das sombras
Da floresta sombria
Dos espinhos que reinam dentro do meu ser...
Só peço uma coisa,
Deixe-me viver de novo...

sábado, 18 de setembro de 2010

I cry.. She cry..

E ele a viu chorar
E aturdido perguntou:
- Porque choras, meu amor?
E ela, em meio as lágrimas, respondeu:
- Por que te amo,
Por que te quero,
Por que desejo ter o prazer de estar ao teu lado
Saboreando sua companhia..
Por que meu maior medo era o de te perder
Por que era difícil acreditar que nossos momentos juntos não passavam de um sonho bom
Sonho esse que iria acabar
E, com um baque surdo, acordei
E percebi que tinha caído do abismo profundo que eu cavara com meus pés
Percebi também que não sei viver sem sua presença
Sem tua voz doce me fazendo rir
Sem teus beijos ardentes de paixão
Sem teus braços a me abraçar
Sem teu hálito quente sobre minha pele
Sem teu amor prefiro a morte..

sábado, 11 de setembro de 2010

Pedras, Cigarro e Cerveja...

                Ana se sentia completamente só, mas não sabia por quê.. Por mais que estivessem ao seu redor, ela sentia que algo faltava..
                Sentia uma saudade imensa de algo ou alguém, mas não fazia idéia do que..
E, por mais sozinha que se sentisse, não o estava..
                Ana quis ficar totalmente só.. Vagou sem rumo por ruas completamente lotadas, até que reconheceu o lugar aonde foi parar.. Sempre ia naquele lugar quando criança, pois era calmo, solitário, sem alguém que pudesse atrapalhar seus pensamentos mais mórbidos e seus desejos mais sórdidos..
                Acendeu um cigarro, abriu uma cerveja e observou..
                Passou horas olhando o mar, que se debatia ao encontro das rochas.. O som do oceano era a única coisa que ela ouvia.. O cheiro suave de maresia lhe fazia bem.. O horizonte era o infinito.. Nada podia macular a paz que aquele lugar lhe proporcionava..
E Ana chorou.. Não porque estivesse triste, mas emocionada.. Ela não sabia que, após tantos anos, aquele lugar tão comum ainda pudesse lhe fazer tão bem..
E Ana adormeceu.. E sonhou.. Um sonho tão doce e profundo que se sentiu criança novamente, livre de todo o mal, livre de qualquer dor..
E acordou sorrindo, sem se lembrar o que lhe causava tanta dor até aquela tarde..

Nota...

Caros leitores, venho por meio desta dizer que, devido a arrumações em meu guarda-roupa, encontrei muitos textos ou fragmentos de textos perdidos por lá, e resolvi digitalizá-los..
Tentarei intercalar os antigos com os novos, sempre deixando o ano no início ou fim, porque achei divertido..

sexta-feira, 10 de setembro de 2010


Em uma manhã de terça feira, uma professora de português pede aos seus alunos que façam uma redação. . Nesse meio havia mínimo e máximo de linhas, título e etc..
Como sempre, cheguei atrasada (07:30 pra aula as 07h).. Em +- 20 minutos, a redação estava completa. Restava apenas passar a limpo. Em uma hora, estava nas mãos da professora, e eu com uma 3ª via, pra postar pra vocês, caros leitores..
Resolvi desconsiderar o título, pois detesto títulos.. Segue nas próximas linhas meu texto..



Ana era jovem, porém não mais tão ingênua. Tivera uma infância pobre nas ruas sujas do porto Londrino. Sua mãe falecera ao lhe dar a luz e a única família que conhecera era o pai. Um pescador que, quando não estava no mar, estava caído pelos bares imundos, bêbado até a alma.
                Desde cedo Ana aprendera a se virar pra conseguir o que comer. Passava o tempo pedindo dinheiro pelo subúrbio de Londres. Quando não conseguia dinheiro suficiente, furtava o que comer.
                Quando completara 15 anos, seu pai falecera em um naufrágio, e Ana ficara completamente só. Ana, que já não era mais uma criança, começava a não conseguir mais dinheiro como pedinte.
                Após alguns meses da morte de seu pai, conhecera uma cortesã, que se encantara com sua beleza delicada e seus traços infantis, e a seduziu com promessas doces e quase sinceras de mudança de vida.
                Ana já não se chamava mais Ana. Agora era Rebecca. Reb pros mais íntimos. Reb mal chegara à puberdade e já vendia seu corpo pros homens sujos do porto, em troca de algum dinheiro e algo pra comer.
                Aos 16 anos, Reb se mudou para um cabaré na Baker Street. Aos 18, virou uma dama de companhia. Ia pra cama com homens ricos, burgueses, monarcas. Sentia nojo deles. Uma vez na casa dos clientes, furtava algum pequeno objeto de valor.
                Ana, ou Rebecca, era uma jovem mulher bastante desejada. Até que, aos 21 anos, foi pega furtando algumas jóias de um cliente um tanto agressivo que, tamanha era sua raiva, assassinou a jovem que mal desfrutara de sua curta passagem pelo mundo.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Anjo, doce anjo..
Quero que me ame,
Quero que me possua,
Quero me sentir segura por estar em teus braços...
Quero poder me sentir completa
Por simplesmente saber que você existe..
Quero poder amar sem culpa..
Quero poder me entregar sem medos..
Quero que o agora dure, e que o amanhã não chegue..
Quero poder não ter medo do que virá..
Quero não ser volúvel..
Quero que não sejas inconstante..
Quero saber que em ti eu posso confiar,
E contigo posso contar..
Quero que saibas que penso em ti, meu Anjo,
A cada batida de meu coração,
A cada desejo de meu corpo
Que somente clama pelo seu..
Quero ser e te fazer feliz,
Como nunca fui capaz em minha humilde existência..